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"Mais populares que Jesus" (do inglês "More popular than Jesus") é parte de uma observação feita pelo músico John Lennon, dos Beatles, em uma entrevista de março de 1966, na qual ele argumentou que o público estava mais apaixonado pela banda do que por Jesus, e que a fé cristã estava declinando na medida em que era superada pelo rock. Suas opiniões não causaram controvérsia quando publicadas originalmente no jornal londrino The Evening Standard, mas provocaram reações raivosas das comunidades cristãs quando republicadas nos Estados Unidos em julho.

Os comentários de Lennon incitaram protestos e ameaças, particularmente ao longo de todo o Bible Belt dos Estados Unidos. Algumas estações de rádio pararam de tocar músicas dos Beatles, seus discos foram queimados publicamente, conferências de imprensa foram canceladas e a Ku Klux Klan fez ameaças ao grupo. A controvérsia coincidiu com a turnê da banda em 1966 pelo país, e o empresário do grupo, Brian Epstein, tentou dominar a disputa em uma série de coletivas de imprensa. Lennon pediu desculpas e explicou que não estava se comparando a Cristo. (leia mais...)